Casa da Júlia

Minha casa, meu cantinho.

domingo, 31 de agosto de 2008

O outro...=P



Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco – em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.

Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo: “Olha que estou tendo muita paciência com você!”

Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: “Mas que chateação essa sua mania, volta pra cama!”

Que se eu peço um segundo drinque no restaurante o outro não comente logo: “Pôxa, mais um?”

Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro – filho, amigo, amante, marido – não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.


(Crônica extraída do livro "Pensar é Transgredir" de Lya Luft)

*Resumindo...é preciso de alguém que nos entenda....e mesmo não entendendo....que tente entender.....se não...*rs
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sábado, 30 de agosto de 2008

Dois mentirosos conversando...


- Você consegue ver aquele mosquito lá na torre da igreja?
- Qual? O que está sentado ou o que está de pé? Pergunta o outro.

*Sem comentários pra esses dois....¬¬*
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A simpatia alheia....

"Simpatia...Aliança que prende duas pessoas a um simples encontro, sem porquê nem porquê não...Vem do grego syn- com e pathos- afeição".



Acredito nisso, ás vezes é só primeira inpressão...acontece...mas...também...outras vezes...a primeira impressão fica.



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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

..Horror a Baratas...¬¬

Barata à Vista

Millôr Fernandes


Pertencendo à família das BLATÍDEAS, muito conhecida nos buracos de rodapés, cantos de estantes, fundos de arquivos e de gavetas, as baratas têm hábitos próprios.


Para se lidar com baratas há quem acredite em inseticidas e baraticidas. Como em tudo mais, acredito em psicologia. Para se aplicar a psicologia é preciso um certo método e uma vasta disciplina. Vejamos.

Encontra-se a barata. Para se encontrar uma barata não é preciso muito gasto de energia. Em geral ela nos procura. E mais em geral ainda ela vem ao meio de nossos dedos quando pegamos aquela pilha de livros que estava embaixo da escada. No momento em que sentimos a barata presa em nossos dedos um sentimento de horror inaudito corre nossa espinha. Largamos livros, agitamo-nos furiosamente, batemos no chão, nos móveis e nos livros com o primeiro pano ou jornal que se nos depara, mas, a essa altura, a barata já estará longe, escondida numa das 365 mil páginas dos 870 livros que espalhamos no chão. Como encontrá-la? eis o problema. Esse problema, depois de acalmados nossos nervos e esfregadas nossas mãos com sabão e bastante álcool, é que procuramos resolver.

Existe, para se pegar uma barata, dois processos distintos. Um é chamar a empregada e dizer: "Tem uma barata aí! Quero isso bem limpo!" e virar covardemente as costas. Dessa atitude pode resultar que a barata atinja um extraordinário grau de longevidade pois a empregada passará um pano nos livros e jogará por cima deles um pouco de DDT, dando-se por satisfeita. A barata também. E daqui há seis meses, quando você for pegar aquele velho exemplar de Balzac, terá a desagradável surpresa de ver, à página 276, olhando-o com aqueles olhos brejeiros e aquelas antenas irônicas que lhe são próprios, a mesma barata que você tinha condenado à morte. Vocês fitar-se-ão demoradamente. Ela continuará baloiçando as antenas. E você, depois de um segundo de inércia, saltará para o ar, jogará o livro para o outro lado e berrará femininamente. Pois eis que as baratas têm o extraordinário poder de nos afeminar a todos, afirmativa essa que se aceitará sem contestação se se atentar para o grande número de baratas que há em nossos teatros.

Portanto não se deve virar as costas a uma barata, como fazem os elementos da ribalta, mas sim enfrentá-la masculamente. Para isso precisamos, antes de mais nada, saber se a barata é uma BLATÍDEA comum ou se é uma PERIPLANETA AMERICANA, ou, em linguagem menos científica, uma dessas baratas que voam. Se é dessas aconselho o leitor a desistir de qualquer pretensão máscula, arrumar as malas, fechar as portas de sua casa e entrar para o Teatro.

Agora, se é das outras, sempre há recursos:

1 — Pegue um Jornal da Manhã bem dobrado, deixando à mostra o artigo de fundo. Sacuda os livros e espere, trepado numa cadeira. Atente sobretudo para o estilo de bater quando a barata surgir. Lembre-se: o estilo é o homem.

2 — Quando a barata surgir bata de uma vez. Não durma na pontaria. Ela normalmente pára um pouquinho, para sondar o ambiente cá de fora e confrontá-lo com a literatura em que vive metida. esse o momento de atacar.

3 — Trate de verificar se o inseto em que você está batendo é uma barata ou um barato. Nunca se esqueça: o barato sai caro.

4 — Nunca aproxime e afaste o jornal para fazer pontaria. As baratas sabem muito bem o que as espera quando sentem esse ventinho, quando você bater de verdade ela já terá embarcado para a Europa.

5 — Não tenha pena de bater. Bata firme, forte, decididamente. É a vida dela ou a sua. Se você não a matar terá que passar a existência inteira alimentando-a a inseticida.

6 — Não se importe com as coisas que o cercam. Afinal de contas que são meia dúzia de copos partidos, um tapete manchado, dois livros com as páginas rasgadas e uma perna de cadeira quebrada se você conseguiu eliminar uma barata?

7 — Se falhar, só a paciência lhe dará outra oportunidade. A barata não lhe dará outra tão cedo, enquanto permanecer em sua memória o trauma da pancada que quase lhe tirava a vida. Não adianta você sacudir livro após livro porque se recusará a aparecer. Agarrar-se-á às páginas e, se cair ao chão, correrá rapidamente, escondendo-se por trás do guarda-roupa.

8 — Não se deixe levar pela vaidade. Às vezes você atinge uma barata de leve e ela vira-se de barriga para o ar agitando as perninhas ininterruptamente, com a expressão de quem está dando uma gargalhada, achando você engraçadíssimo. Isso poderá lisonjeá-lo mas não a poupe por esse motivo.

9 — Às vezes elas tentam outro truque sentimental. Atingidas de leve elas vão se arrastando tristemente, de vez em quando olhando para você com um olhar que lhe dilacera o coração, como quem diz: "Seu malvado, viu o que você fez?" Antes de começar a chorar bata até matar. Depois chore.

10 — De seis em seis meses faça um teste consigo próprio para ver se você está mais desbaratador do que no semestre anterior. Se a resposta for negativa não esmoreça. Continue lutando até que possa, como nós, cobrar caro pelas lições administradas. E essa é nossa última recomendação: cobre sempre caro pelos seus conselhos nesse setor. Não se barateie!


Millôr Fernandes, ao que parece, padece do mesmo horror a baratas que muitos de nós têm.

*Essa de olhar nos olhos....é verdade...o.O*
uma sensação horrível.....quero uma casa anti-baratas...^^

alguém sabe onde eu compro essa casa?
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Um fds sem igual..

Final de semana....o momento mais esperado da semana....parece que tudo fica até mais interessante quando ele está perto.

...um FDS diferente...com um belo tombo no sábado....e uma ótima trilha até uma cachoeira no domingo...."ótima"???É...pode ser....


Domingão com um sol maravilhoso...primas e primos em casa de visita...quem disse que visita tem de ficar em casa?Vamos pra cachoeira...todo mundo animado...só que ninguém esperava(porque a vida é cheia de surpresas)...que umas duas chuvinhas de antes pudesse que modificar um pouco esta trilha....


...Foi inesquecível ver todosssssssss....todoss mesmoo...chegarem no começo da trilha....com aquela animação contagiante.....


....Quase uma hora de trilha numa pequena mata....com muitas pedras enormes....galhos...bichos(¬¬°)....e lá no fundinho..um som de água caindo(O objetivo)....é a chuvinha de antes fez toda diferença mesmo....deixou o caminho bem escorregadio...terra fofa....um perigo naquela descida (se não segurar nos galhos...vc cai)até a cachoeira...logo de cara a desastrada aqui pisa em falso...e escorrega...e agarro no primeiro cipó que vi pela frente....só que antes de chegar ao tal cipó salvador.....tinha uma prima minha no caminho....tentei desviar....mas....num deu....quase derrubei a coitada....(veio de Sorocaba para visitar o meu novo lar...e eu a recepciono..dessa maneira..rsrs)....sorte que ela também se segurou...
A tal trilha(meio que uma roubada) parecia que nunca terminava....até que...inteiros e cansados....chegamos na tal sonhada cachoeira....^^

Ficamos um certo tempo aproveitando o momento....mesmo reclamandoo e muito...sempre quando a gente chega...olha..admira e diz:" É...valeu a pena!"...

.
...Na volta...outra aventura....dizem que na descida todo santo ajuda.....mas...e a subidA?quem se prontifica a ajudar?ninguém neh?!cada um por si...

...Tudo tem seu preço ...um preço bem alto pra cachoeira.....mas....é justo vai....


Aquela mesma prima que quase derrubei....teve o azar de torcer o pé..não entendo como ela conseguiu essa proeza na subida...mas....foi assim...um sacrifio pra terminar de subir....
..novamente quase caio ...só que dessa vez se eu caísse...BABAU!....era um buraco...cheio de pedras.....mas...consegui me segurar... E finalmente....

O tão sonhado Topo!...todos chegaram!....
..Só que, aquele entusiasmo todo ...deixaram lá na cachoeira....voltaram pra casa com cara de enterro....rsrs mas já deixei o convite pra eles:" Quando vcs voltarem...vamos conhecer a outra cachoeira...dizem que é mais emcionante que essa...!"


É...um fds bem agitado....até que foi bom....deu pra sentir bastante medo misturado com emoção......



*24/08/08*


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...Reverência ao destino....um título profundo!

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.

Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.

Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.

Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.

Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.

Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"

Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.

Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.

Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.

Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.

Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.

Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.

Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.

Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.

Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.

Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.

Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.


*Carlos Drummond*

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

O tombo....23/08/08....o.O


"As coisas na nossa vida acontecem tão rapidamente, que quando nos damos conta, já foi. Quando levantei hoje de manhã, tudo corria normal, como sempre...saí e à tarde voltava para casa, coisa de segundos, estava andando e de repente vejo o chão na minha frente...estava com algumas sacolas, que voaram, meus joelhos estão doloridos...rsrsrs...ou seja...me estabaquei!Ou, como meu irmão disse:"levei um baita de um capote!" E quando fui ver no que eu tropecei, fiquei inconformada de não ter visto o criminoso, pronto para atacar à primeira vítima que tivesse distraída passando por ali...era uma linha esticada...rsrs

Cada pessoa tem sua reação diante das situações da vida...eu tentei xingar, ficar brava ou apenas acabar com linha, mas não consegui, comecei a rir da cena...

Quando me recuperei, juntei as sacolas, levantei, sacudi a poeira e continuei andando com todo o cuidado para não tropeçar novamente.

Bem, hoje tive a certeza de que, não importando a idade, na vida todos de vez em quando levam uns tombos. Grandes tombos ou pequenos escorregões, serve para nos mostrar que às vezes estamos por cima, às vezes por baixo. Cair e levantar, essa é a única solução.(rsrsrs)

...o mais impressionante é que mesmo numa situação dessas, eu ainda consigo tirar alguma reflexão...coisa de Júlia mesmo..........o.O"

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

isso é bem verdade....^^

"Obstáculos são aquelas coisas medonhas que você vê quando tira os olhos de seu objetivo".



*Henry Ford*

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

ChapéuzinhO VermelhO....segundo Millôr FernandeS

Chapeuzinho Vermelho

*Millôr Fernandes*


"Era uma vez (admitindo-se aqui o tempo como uma realidade palpável, estranho, portanto, à fantasia da história) uma menina, linda e um pouco tola, que se chamava Chapeuzinho Vermelho. (Esses nomes que se usam em substituição do nome próprio chamam-se alcunha ou vulgo). Chapeuzinho Vermelho costumava passear no bosque, colhendo Sinantias, monstruosidade botânica que consiste na soldadura anômala de duas flores vizinhas pelos invólucros ou pelos pecíolos, Mucambés ou Muçambas, planta medicinal da família das Caparidáceas, e brincando aqui e ali com uma Jurueba, da família dos Psitacídeos, que vivem em regiões justafluviais, ou seja, à margem dos rios. Chapeuzinho Vermelho andava, pois, na Floresta, quando lhe aparece um lobo, animal selvagem carnívoro do gênero cão e... (Um parêntesis para os nossos pequenos leitores — o lobo era, presumivelmente, uma figura inexistente criada pelo cérebro superexcitado de Chapeuzinho Vermelho. Tendo que andar na floresta sozinha, - natural seria que, volta e meia, sentindo-se indefesa, tivesse alucinações semelhantes.). Chapeuzinho Vermelho foi detida pelo lobo que lhe disse: (Outro parêntesis; os animais jamais falaram. Fica explicado aqui que isso é um recurso de fantasia do autor e que o Lobo encarna os sentimentos cruéis do Homem. Esse princípio animista é ascentralíssimo e está em todo o folclore universal.) Disse o Lobo: "Onde vais, linda menina?" Respondeu Chapeuzinho Vermelho: "Vou levar estes doces à minha avozinha que está doente. Atravessarei dunas, montes, cabos, istmos e outros acidentes geográficos e deverei chegar lá às treze e trinta e cinco, ou seja, a uma hora e trinta e cinco minutos da tarde". Ouvindo isso o Lobo saiu correndo, estimulado por desejos reprimidos (Freud: "Psychopathology Of Everiday Life", The Modern Library Inc. N.Y.). Chegando na casa da avozinha ele engoliu-a de uma vez — o que, segundo o conceito materialista de Marx indica uma intenção crítica do autor, estando oculta aí a idéia do capitalismo devorando o proletariado — e ficou esperando, deitado na cama, fantasiado com a roupa da avó. Passaram-se quinze minutos (diagrama explicando o funcionamento do relógio e seu processo evolutivo através da História). Chapeuzinho Vermelho chegou e não percebeu que o lobo não era sua avó, porque sofria de astigmatismo convergente, que é uma perturbação visual oriunda da curvatura da córnea. Nem percebeu que a voz não era a da avó, porque sofria de Otite, inflamação do ouvido, nem reconheceu nas suas palavras, palavras cheias de má-fé masculina, porque afinal, eis o que ela era mesmo: esquizofrênica, débil mental e paranóica pequenas doenças que dão no cérebro, parte-súpero-anterior do encéfalo. (A tentativa muito comum da mulher ignorar a transformação do Homem é profusamente estudada por Kinsey em "Sexual Behavior in the Human Female". W. B. Saunders Company, Publishers.) Mas, para salvação de Chapeuzinho Vermelho, apareceram os lenhadores, mataram cuidadosamente o Lobo, depois de verificar a localização da avó através da Roentgenfotografia. E Chapeuzinho Vermelho viveu tranqüila 57 anos, que é a média da vida humana segundo Maltus, Thomas Robert, economista inglês nascido em 1766, em Rookew, pequena propriedade de seu pai, que foi grande amigo de Rousseau".


*Nossa que maneira direfente de reescrever uma simples historinha....

..Vamos dizer que seja uma versão adulta de ChapéuzinhO...*

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terça-feira, 19 de agosto de 2008

AmigOs meus...^^

A amizade é um amor que nunca morre.
A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe, alguns descobrem, mas poucos reconhecem.
A amizade quando é sincera, o esquecimento é impossível.
A confiança, tal como a arte, não deriva de termos resposta para tudo, mas,
de estarmos abertos a todas as perguntas.
A dor alimenta a coragem. Você não pode ser corajoso se só aconteceram
coisas maravilhosas com você.
A esperança é um empréstimo pedido à felicidade.
A felicidade não é um prêmio, e sim uma conseqüência,
a solidão não é um castigo, e sim um resultado.
A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que
percorremos para encontrá-la.
A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.
A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.
A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.
A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar.
A maior fraqueza de uma pessoa é trocar aquilo que ela mais deseja na vida, por aquilo que ele deseja no momento.
A persistência é o caminho do êxito.
A pior solidão é aquela que se sente na companhia de outros.
A SOLIDÃO É UMA GOTA NO OCEANO QUE SÓ OLHA PARA SI MESMA... UMA GOTA QUE NÃO SABE QUE É OCEANO...
Amigos são a outra parte do oceano que a gota procura...
A tua única obrigação durante toda a tua existência é seres verdadeiro para contigo próprio.
A verdadeira amizade deixa marcas positivas que o tempo jamais poderá apagar.
A verdadeira amizade é aquela que não pede nada em troca, a não ser a própria amiga.
A verdadeira generosidade é fazer alguma coisa de bom por alguém que nunca vai descobrir.
A verdadeira liberdade é poder tudo sobre si.
Algumas pessoas acham-se cultas porque comparam sua ignorância com as dos outros.
Amigo de verdade é aquele que transforma um pequeno momento em um grande instante.
Amigo é a luz que não deixa a vida escurecer.
Amigo é aquele que conhece todos os seus segredos e mesmo assim gosta de você!
Amigo é aquele que nos faz sentir melhor e sobre tudo nos faz sentir amados...
Amigo é aquele que, a cada vez, nos faz entrever a meta e que percorre conosco um trecho do caminho.
Amigos são como flores cada um tem o seu encanto por isso cultive-os.
Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom, vibram juntas...
Amizade, palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais... Deve ser guardada e conservada no coração!!!
As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.
Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas, dando-lhes sempre algum significado.
Diante de um obstáculo não cruzes os braços, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos.
Elogie os amigos em público, critique em particular.
Errar é humano, perdoar é divino.
Evitar a felicidade com medo que ela acabe; é o melhor meio de ser infeliz.
Faça amizade com a bondade das pessoas, nunca com seus bens!


Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.


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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Meu pedacinhO de céu....



"...Tão bom sentar embaixo dessa árvore e apreciar o Céu....Fazendo um poko de nada..."
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domingo, 17 de agosto de 2008

...Decisões...

...Como diz a música: "Não te quero mal, apenas não te quero mais..."




..essa vai pra algumas pessoas q eu devia ter dito isso...e não disse...
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...A...cor...daR

A-COR-DAR...

"Significa dar a cor...colocar o coração em tudo o que você faz.

Existem pessoas que acordam às 6:h00 da tarde...pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.

Existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.

Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos da idade. Ele me disse: descobri que estou na profissão errada! E ele já estava se aposentando...

Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!

Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não acordou.

Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento.

Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele... porque a vida tem a cor que a gente pinta.

O engraçado é que os dias são todos exclusivos. Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele está ali, esperando que eu e você façamos que ele seja o melhor da nossa vida...

A oportunidade de “A-cor-dar” todos os dias e ter o privilégio de fazer os outros felizes...é o melhor da vida".

...opa...viver ssem medo de ser feliz!!!

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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

nosso...RótulOo...

"...Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?"
Confúcio



...idade...apenas uma plaquinha que a gente tem por fora...que nos rotula...muitos por aí tem plaquinhas com propagandas enganosas...dizem ter uma idade mas por dentro aparentam ter outra...
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Uma cOrzinhaa aki...outra coRzinha ali....^^

Mudar é crescer...

Cores

Vermelhos: os vermelhos são intensos, carregados de emoções. Em qualquer lugar do mundo, nas mais diferentes culturas, o vermelho é a cor da paixão e da sensualidade. A boca é vermelha. O coração é vermelho. O sangue é vermelho. Ele é mágico, vibra e nunca passa despercebido. Ele é feminino, desde o vermelho provocativo até o rosa choque.

A intimidade é uma característica feminina. Explore os vermelhos.

Laranjas: os laranjas são cores suculentas de significados. Tanto nas culturas orientais como ocidentais, as flores de laranjeira são usadas pelos noivos na cerimônia de união, pois simbolizam a fertilidade. A fertilidade da terra que gera várias flores e frutos com esta família de cores. Os laranjas trazem a força da vida.

Os laranjas são uma família grande.

O laranja é primo do pêssego, que é irmão do damasco e cunhado do chocolate.

Amarelos: o amarelo tem poder. Amarelo é o sol, símbolo usado por deuses e reis. Amarelo é ouro, cobiçado pelos homens das mais antigas civilizações, pois conferia poder a povos e nações. Os amarelos são iluminados e trazem energia e vitalidade. Esta é uma cor capaz de unir passado e futuro, tradição e inovação.

Verdes: qual a primeira coisa que vem à sua mente quando se fala em verde? Isso mesmo. Natureza, as matas verdes, a grama e todas as tonalidades das verduras. Não é para menos que, com tanta vitalidade evocada pelos verdes, exista a crença de que ele ajuda a curar. Nisso você pode acreditar ou não, mas com certeza os verdes são capazes de curar um ambiente que sofre de falta de charme.

Siga a sua natureza.

Verde-folha, verde-limão, verde-musgo, verde-capim. Sem dúvida, esta família de cores é totalmente ecológica.

Azuis: os azuis são inspiradores. Quem é que já não olhou para o céu, ficou fitando aquela imensidão azul e não deixou os pensamentos voarem? Ou a imensidão do azul do mar, que se perde no horizonte. Isso porque são cores que convidam a meditar, como o céu estrelado de uma noite de verão que nos faz sonhar acordados.

Violetas: os violetas são o resultado da mistura entre os vermelhos e os azuis. Vão desde os roxos vibrantes às tonalidades suaves, quase neutras. E uma curiosidade interessante sobre os violetas: como eram cores caras de serem produzidas antigamente, tornaram-se símbolo de realeza.

Para se sentir o rei da casa, escolha a nobreza do violeta.

Neutros: Elegante, não existe palavra melhor para definir a importância dos neutros. Eles são o coringa de uma composição. Totalmente democráticos, eles ficam bem com qualquer cor, sem discriminação. Os neutros criam ambientes aconchegantes e sofisticados. Com um neutro, os elementos decorativos sempre ganham destaque.

...a cor dá vida aO ambiente...^^



*Extraído de uns panfletinhos das tintas cOral*rsrsrs
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sem explikaçãO...

"Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia. ..."


......Shakespeare.....*.*
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Um pokinhO de Esopo...

...

Os Viajantes e o Urso

Um dia dois viajantes dera de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia conseguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingiu-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.

Moral da história:
A desgraça põe à prova a sinceridade e a amizade.


...às vezes na vida é cada um pOr si...o.O....rsrsrsrs
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terça-feira, 12 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

Parar de enrolação...não é tão fácil...nem tão difícil.

ATALHOS

**Martha Medeiros

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.

Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.

O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.

A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.

Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.

Mas, pra enrolação, ATALHO.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Meu melhor que remédio...=D

...Não devemos ter medo de sorrir, pois rir é terapêutico, ainda que você morra de rir

rir não mata, rir é uma coisa SÉRIA...e se não for o melhor remédio, eu diria que é melhor que remédio...
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Dando um pouco de importÂncia...às coisas simples da vida.

*Aqui a Praça do Prato*

Na correria do dia-a-dia é difícil você conseguir parar e sentar num banco de praça debaixo das árvores, vendo as pessoas passarem e os pombos no meio de todos sossegados. Me dei o luxo de não fazer nada por alguns minutinhos na “Praça do Prato” (nomeada por mim mesma, porque nem imagino o nome daquela praça, só sei que tem um enfeite no meio dela que lembra um prato, me disseram que o respectivo prato se chama Concha Acústica, mas qual a serventia dessa concha?o.O) sentada em um banco debaixo de uma sombra gostosa de árvore, esses momentinhos curtos que a gente dá pra nós mesmos são tão bons, aquele corre-corre, porções de coisas pra se resolver e você faz uma malinha e joga na sua gaveta e depois de “se dar um tempo” nem que seja por 15 minutos, você volta e abre novamente a sua mala de obrigações.

Observando aquela praça, percebi uma coisa que acontece em toda praça, lá haviam velhos concerteza aposentados onde faziam suas rodinhas pra contar histórias sem fim, senhoras com seus cachorrinhos miúdos caminhando visando a saúde própria e a de seu amado bichinho, casais de namorados matando a saudade, mães passeando com uma amiga ou mais com seus filhos correndo pela praça, correndo e muito atrás dos pombos. Quem nunca viu isso numa praça?

Pombos, aquelas aves símplices que toda criança corre atrás sonhando que um dia um pombo a deixe pegá-lo no colo. Pombos vivem quase sempre unidos em gangues pombinianas, principalmente em praças onde tem gente e comida pra eles, e já que eles têm asas não têm medo das pessoas. Primeiro ta lá uma criança olha aquela ave adorável andando devagar do seu lado, a criança pensa: “poxa ele ta dando sopa, distraído, vou pegar ele!”

O pombo muito esperto, deve ter olhos nas costas, e já percebeu a movimentação suspeita se aproximando de si, só que calmamente continua andando fingindo que não viu a criança atrás de si, ele ilude a criança deixando ela pensar que vai conseguir pegá-lo só com as mãos. Eles são mais rápidos que qualquer criança e ficam só tramando quem será a próxima vítima deles que irão fazer de bobos. Às vezes tem duas ou três crianças brincando na praça e elas observam aquele monte de pombos e resolvem correr, chegar pertinho e no último momento os pombos voam e aposto que dão risadas das caras das crianças passadas para trás.

Pombos são rápidos, falsos, espertos, astutos e só iludem os outros. Examinando as pessoas de sua vida, pode ser que na sua vida exista uma “pessoa pombo” pode ser que você conheça uma pessoa que fingi ser seu amigo, que te ilude em tudo, que sempre dá uma de esperta e que é muito rápida em te enganar. Mas, quando se identifica uma pessoa desse tipo, apenas precisamos pensar uma coisa, pessoa pombo, ao invés de perder tempo verbalizando que ela é isso, que ela é aquilo e coisa e tal. O melhor é guardar isso só pra você mesmo, porque imagina chegar na pessoa e dizer: “Você é...é...é... um pombo!”

A pessoa vai achar que você tem problema da cabeça ou que você está pirando e vai te chamar de doida, pensando bem, não vai ser tão ruim ser chamada de doida porque você sabe o significado do que ela te chamou. E ela??entenderá porque a chamou assim?

Esse é um texto em homenagem à minha amiga Ellen...em que num dia qualquer...numa simples conversa de msn...ela me fez refletir sobre os pombos... conversas inúteis de msn que eu não dispenso...rsrs

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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O permanente e o provisório...

"Dizem que o casamento é permanente, o namoro é provisório.
O amor é permanente, a paixão é provisória.
Uma profissão é permanente, um emprego é provisório.
Um endereço é permanente, uma estada é provisória.
A arte é permanente, a tendência é provisória.
De acordo? Não?Nem eu.

Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por
novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem, anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem pra agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.

Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, nosso mal-estar, nossos preconceitos, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos. O amor se infiltra dentro de nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e sujeitos a se desgarrar um do outro.

Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, a amizade é fortíssima até encontrar uma desilusão ainda mais forte, a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.

Faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço.

Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço seus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível.
Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio:
tudo é provisório, inclusive nós" .

*Martha Medeiros*

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...Será q eh sempre assim?

Paixão, mulheres e amigas

O que as mulheres são capazes de fazer por uma paixão? Praticamente tudo. As apaixonadas vivem em outra dimensão e só se entendem com outras apaixonadas. Alguém, em seu estado normal, pode conceber que, na era pré-celular, havia quem passasse o dia inteiro em casa porque ele poderia telefonar? E, como nas casas só existia um telefone, ninguém podia falar, para não ocupar a linha. Converse com algumas mulheres dessa época e elas terão muitas histórias para contar, todas abso-lu-ta-men-te idênticas. Porque elas (nós), quando se apaixonam, são todas iguais. Experimente perguntar a sua amiga como foi que eles se conheceram, como tudo começou. E pode pegar um livro, disfarçadamente, pois ela vai falar durante horas sem que você precise dizer uma só palavra. As apaixonadas mentem para o chefe com a cara mais inocente e adoecem a tia ou a mãe sem nenhuma culpa, arriscando o emprego e talvez o futuro, para ficar com ele mais algumas horas na manhã de segunda-feira.

A criatividade de uma mulher apaixonada não tem limites. Se ele não é totalmente livre, digamos assim, ela vai descobrir o nome da outra, a profissão, o número do telefone do trabalho, o nome e a idade dos filhos em mi-nu-tos. Para uma mulher apaixonada, é fundamental ter uma amiga com poucos escrúpulos, muito tempo vago, hábil e com talento para fazer todos os papéis, se for preciso - e sempre é. Porque ela é quem vai ligar à noite para saber se ele está em casa, vai se plantar dentro do carro até de madrugada para ver se ele entrará sozinho no apartamento ou com alguma vadia. Essa amiga topa dar uma festa só para você poder usar seu vestido mais sexy - e convidá-lo, claro. Quem tem uma amiga assim tem tudo na vida e, se tiver um amigo - pois às vezes é necessário uma voz de homem -, aí é o paraíso. São raros esses amigos tão preciosos, mas eles existem. Uma mulher apaixonada não hesita em cometer as maiores loucuras. Se o telefone dele estiver ocupado durante muito tempo, ela é capaz de ligar para aquela mulher de quem desconfia - e sabe o número de cor -, e, se o dela também estiver ocupado, é elementar: eles estão falando entre si.

Ah, as mulheres apaixonadas: por mais sérias que sejam, por mais responsáveis diante do mundo, viram doidivanas quando um homem consegue atingir seu coração. Elas são maravilhosas, todas tão diferentes e tão iguais; e não existe nada melhor do que ouvi-las falando de seus amores. Entre o papo de duas adolescentes ou de duas mulheres várias vezes casadas e com filhos de diversos maridos, não há diferença. Afinal, não há maior estado de graça do que estar apaixonada. Se você tem uma ou duas amigas assim, aproveite para aprender o verdadeiro sentido da vida. E faça isso antes que alguém chame a ambulância do manicômio e o enfermeiro leve-as em camisa-de-força. A única chance que elas têm de escapar é se a psiquiatra for mulher e também estiver apaixonada; nesse caso, o papo vai se estender até o dia clarear. A três, é claro(confesso q esse pedaço num entendi...o.O..as 2 amigas apaixonadas + a psicóloga?).


O que seria do mundo sem as mulheres?(um poko de FeminismO, rsrs)



*Danuza Leão*

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Encare assim...

"...O maior amor é sempre o próximo”.



Meu poeta preferido *Cassius*










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domingo, 3 de agosto de 2008

essa me deixou meio ZonzAa..



*olhar fixamente na cruz(sem piscar) ...*


Curiosas essas ilusões de ótica.
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sábado, 2 de agosto de 2008

Bolsa de mulher...



A mulher que nunca ficou presa naquelas portas de bancos por causa da sua bolsa, está de parabéns.
Não sei se é extinto feminino, mas é quase automático estrear uma bolsa nova e encher ela em instantes.
Encher... Sei lá com o que, mas é impressionante como as mulheres arranjam coisas para levar em suas bolsas.
...Não importa o tamanho...Basta gostar de usar bolsa e pronto a gente enche rapidinho ela e sai por aí na rua feliz e saltitante (rsrsrs... ah vai... não é pra tanto).

Bolsa de mulher é a definição da bolsa que a mulher escolhe (A escolhida) para levar consigo objetos indispensáveis. É por isso que colocamos tantos “trecos” nelas, porque nunca se sabe quando precisaremos de uma tesoura, por exemplo, para cortar o fiozinho da blusa que prendeu na porta do elevador... Pode ser que isso não aconteça assim facilmente, mas pode acontecer.

Outra coisa interessante também, é que só você conhece a sua bolsa não importando o tamanho ou o tanto de bolsinhos internos que ela tenha, só você encontra o que procura na sua bagunça pessoal.Mas, voltando ao que eu queria falar antes, é interessante presenciar cada situação que as mulheres passam em entradas de bancos, apenas é interessante presenciar e não passar por uma dessas, pois pode estressar qualquer uma. Pára o carro em frente ao banco onde tem placa de proibido estacionar, mas, mesmo assim ela pára porque ta com muita pressa e não tem tempo de procurar estacionamento, desce do carro como uma Diva que acaba de sair do salão de beleza, pega sua superbolsa enorme com tudo que se possa imagina dentro, perfeito para prender a porta mesmo antes de entrar. E quando vai entrar e prende a porta já dá uma bufada de raiva porque ela não agüenta mais aquela porta...E também porque como uma mulher ativa, o seu dia está sendo cheio de responsabilidades e ela está estressada com tudo até com o vento. E lá vamos nós, ela tem de voltar pra fora o segurança olha pra ela e diz:
_Coloque chaves, moedas, celulares, calculadoras e tudo o que for de metal da caixinha ao lado por favor!

A mulher tenta se acalmar, mas no ponto em que ela está gostaria que aparecesse uma arma carregada em sua bolsa para dar uns tiros naquela porta.

Então, abre a bolsa e começa a tirar coisas e mais coisas que nem ela lembrava mais que estavam lá. A seguir, vai tentar entrar, e novamente a porta trava, porque ela esquece os óculos escuros no cabelo o que ajuda ainda mais para a sua revolta. O segurança olha sério para ela. E ela responde:
_Ta bom! Já sei...

Durante todo este tempo perdido a fila dos caixas vão aumentando porque está próximo do horário de almoço e é começo de mês. Mas ela finalmente entra, já vermelha de raiva, e demora mais uns 10 minutos para repor suas coisas na bolsa.

Quando ela consegue chegar na fila única, com apenas dois atendentes para uma fila de 30 pessoas, sem falar nos furadores de fila autorizados: idosos pessoas com crianças de colo que concerteza pegam a filha da vizinha e carregam até o banco só para não enfrentar filas, deficientes físicos e gestantes. Parece provocação ou conspiração do universo contra ela, mas de repente aparecem todo tipo de furadores de filas autorizados, fazendo com que a fila não ande, com essa demora toda vem aquele calor intenso.

Ela, que entrou na fila exatamente ao meio dia, só consegue sair daquele inferno bancário às 15:00hs. Saí de lá aliviada, porém desanimada e um pouco mais estressada do que antes, e a Diva que chegou lá, sai de lá como a mais revoltada das criaturas e com seu glamour de Diva apagado. Mas quase que arrastando sua superbolsa no chão, consegue chegar ao seu carro e ir embora. Ela fez o que foi lá para fazer, esta é a única certeza que ela tem.

Esta foi uma história (exemplo) do que a bolsa dos sonhos pode nos proporcionar. Uma história exagerada, mas que não é impossível de acontecer.


Às vezes, é difícil resistir a tentação de encher a bolsa para sair.
Bolsa é útil, bolsa é única para cada mulher, bolsa é estilo, bolsa dá atitude, bolsa é bolsa.



Uma produção da mente cheia de idéias mirabolantes da Juh...
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Loucura e Amor...

Convite à Loucura


A loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram.
Após o café, a loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde? (rsrsrs)
- Esconde-esconde? O que é isso?, perguntou a curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até 100 e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça.
- 1,2,3..., a loucura começou a contar.
A pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore.
A alegria correu para o meio do jardim. Já a tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra.
A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O desespero ficou desesperado ao ver que a loucura já estava no 99.
- 100!, gritou a loucura. Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a loucura viu a dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar.
E assim foram aparecendo a alegria, a tristeza, a timidez...
Quando estavam todos reunidos, a curiosidade perguntou:
- Onde está o amor?
Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A loucura não sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu segui-lo para sempre.

Moral da história:
O amor aceitou as desculpas e é por isso que hoje e em todo o sempre, o amor é cego e a loucura o acompanha sempre.


o.O
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Julia Lemos e Silva. Tecnologia do Blogger.

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Formada em Técnico de Edificações, cursando Engenharia Ambiental, sou de Cristo, gosto de decoração, reutilização, reciclagem, artesanatos e sustentabilidade ambiental posto neste blog de tudo um pouco. Coisas minhas, coisas achadas na rede, considero aqui minha casa, o meu canto.
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