Casa da Júlia

Minha casa, meu cantinho.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

DEVO, NÃO PAGO

Caro presidente Lula, antes de mais nada, gostaria de agradecer seus votos de um bom Natal. Sem dúvida, tive um dos melhores de minha vida. Tudo graças às suas orientações para que nós, brasileiros, comprássemos tudos o que tivéssemos vontade, como contribuição à saúde de nossa economia.

Senhor presidente, devo testemunhar que fiz a minha parte, com grande alegria no cumprimento deste dever cívico. Até então, nunca poderia imaginar o sacrifício que é possuir uma Mercedes 0 km. Comprei uma, não por necessidade, mas pensando que quanto mais eu consumisse, mas ajudaria ao Brasil.

Dentro do mesmo espírito, achei que o momento exigiria sacrifícios de toda a família. Mas eles entenderam a responsabilidade e nem reclamaram por embarcar para uma temporada no Nordeste do país, no melhor hotel que encontrei. Assim ajudam tanto na economia, quanto o turismo neste país tropical. Ah, sim! Cada um levou um cartão de crédito e adverti a todos para que não se preocupem com o excesso de bagagem na volta.

Aproveito o ensejo para comunicar que demos uma significativa contribuição à indústria nacional. Como o senhor pediu para comprar geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas e outros mais, atendi prontamente, como uma ordem. Comprei pelo menos quatro de cada. Talvez agora compre uma casa nova, para caber tudo isso.

Só um detalhe, senhor presidente: como não tenho dinheiro para tudo isso, tomei a liberdade de encaminhar todas as contas para o palácio da Alvorada, em Brasília, aos seu cuidados. Cobranças e avisos de protesto também. Espero que o senhor possa fazer a sua parte. Pelo bem de nossa economia.


Grande abraço!



hahahaah...adorei este artigo num jornal....
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Simples assim...=P


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Várias de mim

Sou assim Duas de mim
Às vezes três Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês
Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente
Vingativa e inconseqüente
Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida
Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar
Sou assim
Várias de mim
Sorriso por fora
Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, meu desejo deixo perceber
Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada
Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir



Silvana Duboc
**Adorei o texto... até agora não sei ao certo me definir....**
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

"Dança comigo??"

Ouvi falar que nos casamos ou pensamos em casar para ter uma testemunha da nossa vida.

Existem milhões de pessoas no mundo e nenhumas delas se importa com o que se passa na nossa vida....mas, de repente surge alguém, que se interessa por cada detalhe da nossa vida: A testemunha...

e a gente...tbm se torna uma testemunha do viver...do sofrer...do alegrar...do suspirar...do acontecer do outro...Então....Qual sua testemunha???
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Julia Lemos e Silva. Tecnologia do Blogger.

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A Dona da Casa

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Júlia Lemos e Silva
Formada em Técnico de Edificações, cursando Engenharia Ambiental, sou de Cristo, gosto de decoração, reutilização, reciclagem, artesanatos e sustentabilidade ambiental posto neste blog de tudo um pouco. Coisas minhas, coisas achadas na rede, considero aqui minha casa, o meu canto.
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